14 de maio de 2011

Folia de rua

 























Brincar na rua me leva ao vago senso da brasilidade. Vejo contrastes entre asfalto e chão batido, casas prontas e inacabadas. Ah! Minha terra de tanta fartura como pode faltar aqui e acolá? Como podemos ser cruéis e dizer que a culpa é de Deus? Como a gente vive deixando tudo pra lá? Ah! Minas, cê me faz pensar na dor que há na falta de justiça. Aqui na rua é tudo tão claro: aquele ali tem em excesso e aquele outro não tem nada. A dança que leva meu lamento embora, também me leva rua a fora.

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