5 de janeiro de 2013

Que fim tem aquela rua?




Pode-se comparar o andar pelas ruas de uma cidade ao movimento de um canoeiro a percorrer as veias de um grande rio. Assim, a cidade por vezes atrai seus indivíduos; não, ela não é inerte, mas pulsa. Se você deixar ela domina o seu compasso, o seu movimento, e até o seu destino final.  É preciso sensibilidade e distração. Se você deitar de costas e flutuar um pouco eu garanto que a corrente puxará por um caminho muito mais elevado. Como ontem, quando eu queria ir para o prédio e acabei boiando até o céu. Fique experto com fim de cada rua, pode ser que sem querer você chegue lá!

“Toda estrada leva a algum lugar, mesmo que não seja aonde se quer ir” (Sérgio Pimenta).

19 de dezembro de 2012

Elefante

Tudo bem. Eu sei que isso não é exatamente como uma flanância... Mas, gente! Tem um bairro em formato de um elefante, isso merece uma nota, ou melhor, uma tonelada. Sim, sim, eu vou contar o que vi(vi) lá, mas vamos primeiro dar a devida importância ao que acabei de dizer acima: o bairro é um elefante, bem que eu senti o peso do lugar... # Bairro João Braz (o lado da Cabana Roda)




24 de abril de 2012

Flanância de Lá

Croquis de uma visita que fiz à Salvador em 2007.. faz tempo que eu não saio pra flanar, mas esses dias, por acaso, encontrei esses desenhos. Parece que o espírito de flâneur já estava ali!

2 de dezembro de 2011

Tem arte na rua!

A verdade é que a rua é cheia de marcas.
São apropriações do espaço.
Apropriações propositais e estéticas.. existem outras formas, claro. 
Mas nesse dia eu saí a procura de pinturas urbanas.
Encontrei.