17 de novembro de 2010

Um banco de frente pra rua

Viçosa 02



A pergunta feita foi: "qual é o lugar da pessoa (indivíduo) no espaço urbano?".
Nesse exato momento estou sentada em uma pracinha do bairro de Ramos, a posição do banco induziu-me a sentar de costas pra praça e de frente pra rua. A cidade pulsa. Seu sangue é diluído composto de indivíduos que caminham em ritmos diversos pelas calçadas e ruas. As pessoas parecem treinadas, respeitam os limites dos caminhos. O que lhes move? Porque deslocam? Vejo expressões diversas em movimento.

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