9 de dezembro de 2010

Sinhá


Os trilhos que passavam por essa terra cortam agora a raiz da gente
Mas não é coisa que se furta
A história fica é na alma
Pois fique sabendo sinhá, a força não falha quando a gente precisa
A esperança ‘ein vem do céu, pode por sua fé soterrada nisso
A esperança não falha em visitar os mais aperreados.
Segure esses papeis, eles apalpam suas mãos com dó
Segure esse olhar,
O olhar da gente é uma das poucas coisas que ainda nos restam ter.

2 comentários:

  1. Oi Liz.
    Lindo blog.
    Esse último post é o melhor. Amei a foto, super contraste, do jeitinho que você gosta. E um texto maravilhoso. Parece que dá pra ouvi-la falando.
    De vez em quando ando olhando mais atentamente pra ver se te acho flanando pela cidade.
    Grande abraço,
    Reyner

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  2. Pois é, dia desses sentei no calçadão horas. Mas apesar deparecer atoa eu não estava, observar não é tarefa fácil hoje em dia. Valeu Reyner.. visita mais!
    abraço.

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