15 de fevereiro de 2011

Corpografias Urbanas


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Paola Berenstein Jacques, arquiteta-urbanista, professora do PPGAU-FAUFBA, me presenteou com a publicação de dois textos “Corpografias Urbanas” e “Elogio aos errantes: Breve histórico das errâncias urbanas”. A leitura desses dois pequenos artigos foi a gota d’água que me impulsionou registrar minhas flanâncias. Nos textos ela fala sobre o ato voluntário de observar a cidade e aponta três aspectos dessa experiência: a desorientação (deixar-se perder pela cidade), a lentidão (demando de tempo) e a corporeidade (impregnação da experiência no corpo do observador). Então ela diz “Errar, ou seja, a prática da errância, pode ser um instrumento da experiência urbana, uma ferramenta subjetiva e singular, ou seja, o contrário de um método ou de um diagnóstico tradicional. A errância urbana é uma apologia da experiência da cidade, que pode ser praticada por qualquer um, mas que o errante pratica de forma voluntária.“

Faço desse post um convite, a você leitor: pratique a errância de forma voluntária e (re)conheça sua cidade de um jeito novo, singular.

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